Lula ou Brasil? Os Dois.

Tem-se visto parte dos meios de comunicação, aberta ou fechada, manterem acesa polarização política entre “lulismo” e “bolsonarismo”. Bolsonarismo criado na pré-campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro em meados dos anos 2017 e 2018, durante seu mandato e mantendo-se até o momento fez surgir movimentos e anseios anarquistas e ditatoriais, contra sistema jurídico, democrático e o PT – Partido dos Trabalhadores. Tal avaliação sustenta-se em especialistas e cientistas políticos frente a constantes ataques contra sistema jurídico brasileiro e ações de governo federal, diga-se, do presidente Luís Inácio Lula da Silva – PT. Contudo, ao mesmo tempo, existem grupos de comunicação independentes e redes sociais, onde buscam embate “desproporcional”, é claro, na tentativa de criar comunicação mais positiva onde a sociedade tenha claro que a nação é administrada para todas pessoas independentemente de quem votou nas eleições. Nesse sentido, a sociedade tem sido chamada pensar sobre o que é importante: “uma pessoa que trabalha para que todas tenham acesso a saúde, trabalho, educação, habitação, saneamento básico, lazer, conquistas, entre tantas outras benfeitorias”? Ou prefere alguém que defende radicalismo, golpes, falcatruas, jogatinas, contra lei, violência contra mulher, entre outras barbaridades. Ainda, será que o desenvolvimento do país, sustentabilidade independência do Brasil, valorização da moeda brasileira e suas riquezas não importam? Pois bem, especialistas colocam na mesa de discussão, seja no bar, seja no churrasco, a diferenciação entre grupos políticos que defendem a indústria tradicional e o agronegócio inclusive um governo entreguista e irresponsável como foi de 2019 até 2022, e um governo visivelmente democrático que prioriza avanços sociais e valorização da autoestima. Diante da análise: “Lula ou Brasil? Os Dois” coloca-se para reflexão “por que, parte da sociedade defende grupos de “extrema direita” envolvidos em corrupção, negociatas, golpes financeiros, misoginia e radicalismo devem voltar ao poder”? Será que tais pessoas não se preocupam consigo mesmas”? “Perderam sua autoestima”? Talvez a resposta esteja no fato de que perderam sua identidade como ser humano e não valorize, ou não defenda, a sua liberdade e sua independência. Portanto cabe a sociedade refletir sobre soberania ou ser dependente de grupos extremistas e ditatoriais.

Lamartine Dourado

Economista e Consultor Tributário

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