A medicina estética vive um momento de adaptação. Com o advento e a popularização das terapias medicamentosas para perda de peso — como as conhecidas “canetas emagrecedoras” — observamos um fenômeno clínico específico: o esvaziamento tecidual rápido. Quando o volume gorduroso diminui em um curto espaço de tempo, a pele muitas vezes não consegue retrair na mesma velocidade, resultando em um quadro de flacidez que pode impactar a percepção de bem-estar do paciente.
Neste contexto, a prioridade nos consultórios deixou de ser apenas a redução de medidas e passou a ser a sustentação. A ciência estética evoluiu para oferecer soluções que tratam a base do problema sem a necessidade de cortes ou longos períodos de recuperação.
A Tecnologia a Favor da Estrutura
Para combater a flacidez de forma eficaz, é necessário atingir as camadas mais profundas, onde o colágeno é produzido. O Ultrassom Microfocado consolidou-se como o padrão-ouro para esse objetivo. A técnica consiste na emissão de ondas de calor que criam pontos de coagulação térmica desde a derme profunda até a fáscia muscular, estimulando uma regeneração tecidual de dentro para fora.
Atualmente, uma das tecnologias mais sofisticadas para este fim é o Hipro. Diferente de sistemas tradicionais que podem causar desconforto, o Hipro destaca-se pela sua precisão e suavidade. Por ser um procedimento não invasivo e indolor, ele permite que o estímulo de colágeno ocorra de maneira contínua, respeitando a fisiologia do paciente e sem interromper sua rotina.
Resultados de Longo Prazo
O foco atual da biomedicina estética é a naturalidade. Ao utilizar tecnologias de ponta como o Hipro, conseguimos uma melhora progressiva na firmeza da pele e no contorno facial e corporal. É a tecnologia servindo como aliada no processo de transição de quem busca um corpo mais saudável, garantindo que a pele acompanhe essa nova forma com saúde e tônus.
Dr. Evandro Izidoro
Biomédico Esteta – Clínica Egrégora Estética. @egregoraestetica
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