Trabalho da BRK evita que mais de 3 bilhões de litros de esgoto sejam despejados em rios e córregos de Mauá

Resultado é possível graças aos avanços no sistema de esgotamento sanitário na cidade

Somente nos meses de janeiro e fevereiro de 2022, 3 bilhões de litros de esgoto sem tratamento deixaram de ser despejados nos rios e córregos de Mauá. Isso só foi possível devido ao trabalho realizado na cidade pela BRK, concessionária responsável pelos serviços de esgotamento sanitário.

Hoje, 93% da população é atendida com os serviços de coleta de esgoto e 87% do esgoto gerado na cidade é tratado. Uma conquista muito importante que coloca Mauá no topo das cidades da região metropolitana de São Paulo que mais evoluíram no saneamento básico.

O resultado obtido na cidade é bem diferente do restante do país. É o que mostra o Esgotômetro do Instituto Trata Brasil, que desde o dia 1º de janeiro de 2022, acompanha a quantidade de esgoto sem tratamento despejados na natureza. Até o dia 07 de março, mais de 349 mil piscinas olímpicas de esgoto foram despejadas na natureza.

Segundo o Instituto Trata Brasil, dados do IBGE em 2019 demonstram que, no país são 1,6 milhão de residências sem acesso ao banheiro, ou seja, estima-se que mais de 5 milhões de pessoas sejam impactadas pelo problema. Além disso, cerca de 35 milhões de brasileiros não tem acesso à água potável e quase 100 milhões sem coleta dos esgotos. Somente 49% dos esgotos gerados no país são tratados, o que equivale a jogar todos os dias na natureza uma média de 5,3 mil piscinas olímpicas de esgotos sem tratamento.

“Os avanços nos serviços de esgoto do município de Mauá são fruto dos investimentos realizados pela concessionária. Essa é uma conquista muito importante e que impacta diretamente no cotidiano da população, uma vez que os sistemas de coleta e tratamento de esgoto são fundamentais para prevenir a contaminação e transmissão de doenças”, explica Bruno Gravatá, gerente de operações da BRK em Mauá.

Cuidados com a rede de esgoto

A concessionária destaca que as redes de esgoto não foram projetadas para transportar lixo e que a má utilização pode causar transtornos a todos. Por isso, a empresa reforça que é fundamental não jogar restos de comida e lixo nas redes de esgoto. Além disso, lembra que o acúmulo de fios de cabelo e óleo de cozinha estão entre os principais responsáveis pelo entupimento das redes públicas de esgoto, portanto, é preciso dar a eles o destino adequado.

Cuidados como esses ajudam a reduzir a quantidade de entupimentos nas redes de esgoto, além de evitar o retorno de esgoto para as residências.

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