Ricardinho da Enfermagem tem mais uma lei importante aprovada

Ricardinho da enfermagem criou uma lei onde os olhos da sociedade e do poder público estariam mais atentos às pessoas que são portadoras da síndrome de down.

Um passo muito importante pois as pessoas que são portadores da síndrome de down precisam de estímulos, quanto mais estímulos, mais eles se desenvolvem.

E porque não unir forças para ajudar essas pessoas?

Foi pensando nisso, em ajudar, em instruir, orientar que o vereador Ricardinho da enfermagem criou este projeto que envolve orientar as pessoas como agir em prol de pessoas com síndrome de down, criar palestras, divulgar os direitos que eles tem em relação a saúde, educação, trabalho, inclusão social.

LEI N°5.789, 24 de Novembro de 2021 Sancionada pelo prefeito do município de Mauá, Marcelo Oliveira.

Em continuidade com as políticas públicas, trabalhando para criarmos mecanismos para garantir o direito dessas pessoas que precisam do olhar do poder público.

No Brasil, o atendimento das pessoas com Síndrome de Down baseava-se em protocolos internacionais até a publicação da primeira edição das Diretrizes de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down pelo Ministério da Saúde, em 2012.
Segundo o documento, a SD é a anomalia cromossômica mais frequente nos seres humanos e a causa mais prevalente de deficiência intelectual. Contudo, as pessoas com SD apresentam potencial de se desenvolver pela ampla neuroplasticidade que pode ser estimulada desde os primeiros meses de vida pela família, profissionais de saúde e educação.

A incidência de nascidos vivos com SD é estimada em um a cada 650 (seiscentos e cinquenta) a 1000 (mil) gestações, independentemente de etnia, gênero ou classe social.

Na primeira metade do século XX, a expectativa de vida das pessoas com SD era até o início da adolescência e na sua maioria institucionalizadas. Devido aos avanços na área da saúde e às melhores condições de vida em geral, essa expectativa aumentou para 60 (sessenta) a 65 (sessenta e cinco) anos de idade, e quase todas as pessoas com SD vivem com suas famílias.

Esses dados apontam para a crescente necessidade de se buscar conhecimentos sobre a SD em todos os aspectos (biológicos, sociais e culturais) visto que, apesar de serem relevantes na comunidade científica, muitas vezes, as descobertas não chegam de forma apropriada às famílias e aos profissionais de saúde e educação.

“Como não se atribui grau à SD, é necessário um entendimento do desenvolvimento humano numa perspectiva interacionista a partir de ambientes naturais e análise das relações e situações, interligando múltiplas influências sob um ponto de vista da complexidade.

Assim, a qualidade do desenvolvimento,competência sociais e cognitivas dependem da qualidade de vida da família, das vivências da criança em diferentes espaços (incluindo escolas de qualidade) e da prevenção em saúde”, destaca o documento.

Enfim, esta campanha ainda irá esclarecer e orientar aos pais de uma pessoa com Síndrome de Down que o mais importante é descobrir que seu filho pode alcançar um bom desenvolvimento de suas capacidades pessoais e avançar com crescentes níveis de realização e autonomia. Ele é capaz de sentir, amar, aprender e trabalhar. Poderá ler e escrever e deverá ir à escola como qualquer outra criança e levar uma vida autônoma.

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