Pedaladas ou Negacionismo??

O Brasil vive um dos seus piores momentos em “Gestão da Saúde Pública Nacional” pois há constante demanda por serviços públicos e pouca ação do governo federal. Pergunta: “não é o prefeito ou governador que deve agir para atender a população?”. Sim, com certeza, mas há uma relação de estado onde as diretrizes iniciam a partir de um plano maior, uma vez que a Constituição determina a responsabilidade do governo federal em orientar o plano nacional de imunização. O que a sociedade está necessitando é de um direcionamento acerca da transferência de recursos e disponibilização de leitos com financiamento do governo federal. Ao evitar o enfrentamento da crise de saúde em detrimento de “paliativos ou experiências” sem comprovação científica está se apostando a vida da população. Os desmandos do governante colocam em descrédito o organismo maior da nação, ou seja, o ministério da saúde. Em um país comprometido com a sociedade, por muito menos, já haveria de ter sido “demovido” o presidente de seu cargo, através de processo legal. Atualmente existem 70 processos pedindo o impeachment por diversos motivos, entre eles, improbidade administrativa, crimes contra a soberania nacional, incitar conflitos entre poderes, entre outros. A base parlamentar do governo não permite o avanço dos processos, pois está constantemente negociando cargos e liberação de emendas para seus “currais eleitorais”. Inversamente observa-se o contraditório em relação ao impeachment da ex-presidente Dilma Roussef em 2016 quando se formou conceito de que a governante havia cometido “crime de responsabilidade fiscal” devido uma ação deliberada de “atrasar o repasse de verba a bancos públicos e privados com a intenção de aliviar a situação fiscal do governo, apresentando melhores indicadores econômicos ao mercado financeiro e aos especialistas em contas públicas” via presidência do Tesouro Nacional. Portanto, há que se discutir profundamente no seio da sociedade sobre “quais destinos se busca para uma nação”. Uma nação não pode ser refém dos extremos “radicalismos de direita” ou “esquerda”, mas uma coisa é certa “não há nação sem um líder empático com suas necessidades, sejam elas sociais ou econômicas. Todos podem buscar o equilíbrio!!

Lamartine Dourado

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