O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald John Trump, do partido Republicano, retornará ao comando do país a partir de 20 de Janeiro de 2025, após feito inédito na história das eleições presidenciais daquele país. Donald Trump, adotou tom de campanha onde promete conquistas para a população em detrimento à política econômica do atual governo do Democrata Joseph Robinette Biden Jr., ou simplesmente Joe Biden. Habilmente a equipe de Trump, sob sua estrema coordenação, buscou associar a imagem da sua oponente, atual vice presidente dos Estados Unidos, a Democrata Kamala Devi Harris, ao fracasso e fragilidade do governo Biden. O discurso de Donald Trump, sempre foi focado na radicalização e desrespeito à adversários. Inclusive, prova disso foi uma das muitas frases de Trump afirmando: “Somos um depósito de lixo. Somos como um… somos como uma lata de lixo para o mundo. Foi isso que aconteceu. Foi isso que aconteceu com — Somos como uma lata de lixo”. Com esse tipo de discurso Trump inflamou seus seguidores e aqueles que pensam na vida de sucesso, vitórias e conquistas, coisas que “teoricamente” perderam a partir de 2021 quando o Democrata Joe Biden tomou posse após ganhar as eleições em novembro de 2020. A Democrata Kamala Harris teve seu discurso voltado para preservação de direitos das mulheres, questão do aborto, preservação da vida no momento de constantes conflitos entre países, mas, com ação passiva do governo de Biden o qual ela tentava se desvencilhar, algo difícil diante de sua natural condição de vice presidente. Em diversos momentos houveram sinais da campanha da democrata em que o tema “sustentabilidade” não tinha apelo ou atenção da população pois conflitava com temas de crescimento para os norte americanos. Donald Trump soube “cirurgicamente” detectar “os sonhos” do povo americano e focou sua campanha buscando atender os anseios deste, mesmo que limitado a atendê-los ao longo de seu governo. Assim, fica uma lição importante para a história pois não existem vencedores de véspera, nem tampouco torcida por A ou B dentro do aspecto da diplomacia institucional. Um “chefe de poder” não deve, publicamente, expressar vontades pessoais sob risco de sua nação, eventualmente, ser exposta ao ridículo, ou sofrer sanções diplomáticas!! Trump provou ser “O Todo Poderoso”!!
Lamartine Dourado
Economista e Consultor Tributário
