A Cor Púrpura – O Musical, apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Bradesco Seguros, iniciou sua temporada em setembro de 2019, seguindo 2021, 2022, tornando-se um fenômeno, com absoluto sucesso de crítica e público, recebendo mais de 100 prêmios.
O espetáculo iniciou com uma turnê pelo Nordeste em 2023 (Salvador, Recife e Fortaleza), mais uma temporada no Rio de Janeiro e agora retorna à cidade São Paulo com sua formação original de 17 atores, atrizes, 90 figurinos, um palco giratório de 6 metros de diâmetro e uma escada curva com sistema de traveling em volta do cenário.
Alice Walker foi a primeira escritora negra a ganhar o Pulitzer pelo seu livro A Cor Púrpura, que continua contemporâneo ao retratar relações humanas, de amor, poder, ódio, em um mundo pontuado por estruturais diferenças econômicas, sociais, étnicas e de gênero. O livro A Cor Púrpura foi lançado em 1982.
Com direção de Steven Spielberg, a obra foi adaptada para o cinema em 1985, recebendo 11 indicações ao Oscar.
Escrito há mais de 35 anos e vencedor dos Prêmios Pulitzer, Grammy e Tony,
A Cor Púrpura é um musical baseado em uma história passada na primeira
metade do século XX, na zona rural do Sul dos Estados Unidos, com
personagens típicos dessa região.
A montagem de Tadeu Aguiar tem elenco em sua maioria escolhido por meio
de testes, o musical apresenta a trajetória e luta de Celie (Amanda Vicente)
contra as adversidades impostas pela vida a uma mulher negra, na
Geórgia. Na adolescência, a personagem tem dois filhos de seu suposto pai
(Jorge Maya), que a oferece a um fazendeiro local para criar seus herdeiros
(entre eles, Harpho – Caio Giovani), lavar, passar e trabalhar sem
remuneração. Ela é tirada à força do convívio de sua irmã caçula Nettie (Lola
Borges) e passa a morar com o marido Mister (Wladimir Pinheiro). Enquanto
Celie resigna-se ao sofrimento, Sofia (Érika Afonso) e Shug (Flávia Santana)
entram em cena, mostrando que há possibilidade de mudanças, novas
perspectivas, esperança e até prazer. A saga de Celie é permeada por
questões sociais de extrema relevância até os dias atuais como a
desigualdade, abuso de poder, racismo, machismo, sexismo e a violência
contra a mulher.
Completam o elenco: Majú Tabajiba (Squeak); Tati Christine (Jarene);
Hannah Lima (Doris); Cláudia Noemi (Darlene); André Sigom (Grady –
Soldado – Ensemble); Leandro Vieira (Chefe da Tribo Olinka Ensemble);
Renato Caetano (Bobby- Ensemble); Thór Junior (Pastor Ensemble); Rodrigo
Fernando (Ensemble); Nadjane Pierre (Solista da Igreja Ensemble).
“Quando estava em pré-produção de Love Story, o musical, um amigo me
ligou e perguntou se tinha personagem para ator negro. Ator é ator, negro,
branco, japonês, gordo… encenei a peça somente com atores
negros. Comprei os direitos de A Cor Púrpura – O Musical em 2018, quando
procurava mais uma vez, algo que me provocasse como artista. Para mim,
como cidadão, o espetáculo é uma grande oportunidade, acho importante
falar sobre uma mulher que vence; sobre amor; representatividade negra e
feminina. A peça tem muito humor e é emotiva. É um texto de emoção”,
detalha Tadeu Aguiar, que recentemente dirigiu “O Incidente – American
Son”, que também esteve em cena na Broadway e que levanta uma discussão
sobre racismo estrutural; e, “Quando eu for mãe quero amar desse jeito”,
texto original brasileiro, que, sob o viés de um amor exacerbado, aborda seus
desdobramentos nas relações familiares, protagonizado por Vera Fischer.
TEATRO VILLA LOBOS
De 02 de junho a 02 de julho de 2023
Sextas às 19h
Sábados às 16h e às 20h
Domingos às 16h e às 20h
Sextas
plateia premium: R$ 170,00
plateia: R$ 140,00
plateia alta e balcão: R$ 75,00
Sábados e Domingos
plateia premium: R$ 200,00
plateia: R$ 180,00
plateia alta e balcão: R$ 75,00
Classificação etária 12 anos
Duração do espetáculo: 165 minutos
Ficha técnica:
Texto: Marsha Norman
Músicas: Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray
Versão Brasileira: Artur Xexéo
Direção Geral: Tadeu Aguiar
Direção Musical: Thalyson Rodrigues
Elenco: Amanda Vicente, Wladimir Pinheiro, Flavia Santana, Erika
Affonso, Jorge Maia, Caio Giovani, Maju Tatagiba, Lola Borges,
Claudia Noemi, Hannah Lima, Tati Christine, André Sigom, Dennis
Pinheiro, Thór Jr, Leandro Vieira, Rodrigo Fernando e Nadjane
Pierre.
Assistência de direção: Flávia Rinaldi
Produção de elenco: Marcela Altberg
Cenário: Natália Lana
Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal
Desenho de luz: Rogério Wiltgen
Desenho de som: Gabriel D’Angelo
Coreografia: Sueli Guerra
Assistência de cenografia: Gisele Batalha
Assistência de Coreografia: Olívia Vivone
Mídias sociais: Rafael Nogueira
Designer gráfico: Alexandre Furtado
Produção executiva: Edgard Jordão
Assessoria de Imprensa Morente Forte
Coordenação de produção: Norma Thiré
Produção Geral: Eduardo Bakr
Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros
Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo
Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento
dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito
Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos
últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música,
dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras
manifestações artísticas.
Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida
em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino
Maravilhoso”, “Cinderella”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e
“Conserto para Dois”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais” e a
exposição “Mickey 90 Anos”.
