longa “Ainda Sim” protagonizado por filha de Mano Brown está sendo rodado em SP

EM FILMAGEM, LONGA DE LILLAH HALLA COM DOMENICA DIAS DISCUTE O DIREITO DE ESCOLHER QUANDO SER MÃE

* “Ainda Assim” está sendo filmado na cidade de São Paulo até 27/03

* diretora Lillah Halla estreia no longa-metragem após ter curta-metragem selecionado para o Festival de Cannes

* filme é coprodução entre as empresas Manjericão Filmes (Brasil), Arissas Multimídia (Brasil), Cimarrón Cine (Uruguai) e In Vivo Films (França)

História de uma jovem atleta que, às vésperas de um campeonato de vôlei decisivo para sua carreira como esportista, descobre estar grávida, o longa-metragem “Ainda Assim” . aborda o direito de escolher quando ser mãe. A obra é uma coprodução entre o Brasil, Uruguai e França, e está sendo filmada na cidade de São Paulo até 27/03.

Referência para a juventude paulistana, a atriz Domenica Dias vive a personagem principal, Sofia, que tem como certeza não poder virar mãe naquele momento da vida. Filha do rapper Mano Brown e da empresária e advogada Eliane Dias, Domenica estreia como protagonista em longa-metragem, após atuar na série “As Seguidoras” e nos filmes “A Jaula” e “Dente por Dente”.

O elenco de “Ainda Assim” conta ainda com Rômulo Braga, premiado no Festival do Rio por seu trabalho no filme “Sangue Azul”, Grace Passô (da série “Hit Parade”), Suzy Lopes (de “Bacurau”), a cantora e atriz Loro Bardot (estreando em longa-metragem) e Glaucia Vandeveld (do longa “No Coração do Mundo”), além de um grupo de jovens, resultado de um processo de seleção de atores de quase dois anos.

A direção de “Ainda Assim” é assinada por Lillah Halla, cineasta formada em direção e roteiro pela Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños (Cuba). Seu curta-metragem “Menarca” (2020) mereceu estreia mundial na Semana da Crítica do badalado Festival de Cannes, foi selecionado para o Festival de Palm Springs e esteve qualificado para os Oscars 2022. Atualmente disponível na plataforma MUBI, o curta venceu o prêmio do público no festival Cinelatino de Toulouse (França), foi eleito como o melhor filme no Festival de Tirana, na Albânia, melhor direção no Curta Cinema (Rio de Janeiro) e Promotional Award do Festival de Winterthur (Suíça). Lillah é integrante cofundadora do Coletivo Vermelha.

María Elena Morán, que assina o roteiro de “Ainda Assim” ao lado da diretora Lillah Halla, é outra egressa da Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños (Cuba). Foi uma das roteiristas da série “Taxitramas” e tem colaborado com a produtora bigBonsái em desenvolvimento de projetos, incluindo o longa “50 Dias” e a série “Continente Submerso”. Também, entre outros trabalhos, desenvolveu, em conjunto com Tiago Iorc e Rafael Trindade, o roteiro do videoálbum “Reconstrução”. Seu primeiro romance, “Os Continentes de Dentro” (2021), foi publicado no Brasil e na Espanha.

A direção de fotografia de “Ainda Assim” é de Wilssa Esser, venezuelana que também estudou na Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños (Cuba) e está radicada no Brasil desde 2014. Em 2018 recebeu o prêmio de melhor fotografia de longa-metragem no Festival de Brasília pelo filme “Temporada”, dirigido por André Novais. Entre suas últimas produções se destacam o longa “Mascarados” e os curtas “República”, “Quebramar” e “Menarca”, além da série “Hit Parade”. Ela é integrante e cofundadora do coletivo de mulheres e pessoas trans do departamento de fotografia do Brasil DABF.

Outro talento feminino presente na equipe técnica de “Ainda Assim” é a diretora de arte Maíra Mesquita, cuja carreira acumula 12 longas-metragens, dez curtas e quatro séries. Entre os diretores de prestígio com quem colaborou estão nomes como Kiko Goifman (“FilmeFobia”), Gabriel Mascaro (“Boi Neon”), Marcelo Caetano (“Hit Parade”), Daniel Bandeira (“Propriedade Privada”), Julia Zaquia (“Rio Cigano) e Hilton Lacerda e Helder Aragão (“Lama dos Dias”).

O longa é uma coprodução entre empresas responsáveis por obras de grande prestígio internacional. A paulista Manjericão Filmes, comandada por Rafaella Costa, tem no currículo “Meu Nome é Bagdá” (de Caru Alves de Souza), vencedor da seção Generation 14plus do Festival de Berlim de 2020. A carioca Arissas Multimídia assina “Tão Longe é Aqui” (de Eliza Capal), eleito melhor filme da Mostra Novos Rumos do Festival do Rio 2013. Já a uruguaia Cimarrón Cine produziu “El Motoarrebatador” (de Agustín Toscano), selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2018. O portfólio da francesa In Vivo Films inclui “Dos Estaciones” (de Juan Pablo González), contemplado com prêmio especial do júri no Festival de Sundance. A produção conta ainda com a parceria da Cinefilm*, Oncare Saúde, Elétrica Cinema e Vídeo e Marc Films.

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